Moda | Botas de Montaria e Cowboy

 

A história da criação

Por Dani Pessôa

                                                     Imagem.: Reprodução/Pinterest


Durante o século 16 os sapatos estavam iniciando sua produtividade, sendo que; foram divididos em duas partes, em um existia o limite superior flexível ligado a uma sola dura e pesada como um anexo conduzido até o calcanhar.

Algumas características e fatores de fabricação, são evidentes até nos dias de hoje quando mencionamos as botas de montaria, nomeadamente botas de cowboy. Por conta da equitação, foi preciso saber ao criar que; os calcanhares eram uma resposta da problemática do pé do piloto, podendo escorregar para frente em estribos no ato da montaria; já que, para o “calcanhar de cavaleiro” seria necessário cerca de uma polegada e meia, na época, precisamente 4 centímetros que só surgiram por volta de 1.500.

O modelo se fixou aprimorando-se na categoria montaria e cowboy, ao ganhar uma ponta inclinada para frente que auxiliava a segurar o estribo, junto ao bordo de fuga inclinado a frente também, impedindo que o calcanhar alongado; desde a captura em arbustos ou rocha durante o backup como na on-pé de combate.

Estilizado, o calcanhar de equitação que no entanto era simples, deu lugar a um salto sobre as três primeiras décadas. O salto subiu se tornando cada vez mais finos, até que eles já não eram mais úteis para montar.  Foram relegados a “tribunal pony”. Já no final do século XVII, a altura dos saltos masculinos eram comumente entre três a quatro polegadas.

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